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Rejuvenescimento facial por peelings químicos

Rejuvenescimento facial por peelings químicos
Publicado por : Admin Siluets
24/09/2019 - 12h28


As técnicas de rejuvenescimento vêm se aperfeiçoando não apenas pelos avanços tecnológicos, mas também pela preocupação da população com a saúde e a aparência física, bem como em decorrência da maior longevidade.
O processo de envelhecimento ocorre tanto por causas genéticas, mudanças hormonais associadas à menopausa (envelhecimento intrínseco), quanto por influências ambientais, como luz solar, vento, umidade, doenças dermatológicas, fumo, álcool, alimentação.
As modificações da pele que ocorrem pelo envelhecimento intrínseco levam a ressecamento, flacidez, alterações vasculares, rugas e diminuição da espessura da pele. O envelhecimento cutâneo devido à exposição ao sol é conhecido como "fotoenvelhecimento" e conduz à degeneração das fibras elásticas e colágenas, ao aparecimento de manchas pigmentadas e à ocorrência de lesões pré-malignas ou malignas. A radiação UV propicia a formação dos radicais livres produzidos e, com isso, eleva o número de lesões oxidativas não reparadas, que alteram o metabolismo e são responsáveis pelo envelhecimento precoce, e elevam o risco de aparecimento de câncer cutâneo.
A pele não agredida pelo sol caracteriza-se por seu aspecto sem manchas, pigmentação homogênea e textura macia. Com o passar dos anos, a velocidade de renovação celular diminui, e o peeling é um procedimento que visa acelerar o processo de esfoliação cutânea, promovendo a renovação celular, pelo uso de substâncias químicas. Dessa forma, a pele adquire aspecto mais jovial e renovado.
O peeling químico é também chamado de resurfacing químico, quimioesfoliação e consiste na aplicação de um ou mais agentes à pele, produzindo uma destruição controlada da epiderme e sua reepitelialização. Sua popularidade ocorre por propiciar melhoramento da aparência da pele danificada por fatores extrínsecos, intrínsecos e também por cicatrizes remanescentes.
O peeling químico é classificado em três tipos: superficial, médio e profundo, assim descritos. O peeling superficial tem ação na epiderme e utilizam-se como substâncias ativas os alfa-hidroxiácidos (AHAs), beta-hidroxiácidos (ácido salicílico), ácido tricloroacético (TCA), resorcinol, ácido azelaico, solução deJessner, e ácido retinóico. É indicado para casos de acne, fotoenvelhecimento leve, eczema hiperquerostático, queratose actínica, rugas finas e melasma.
O peeling médio tem ação na derme papilar e utiliza como substâncias ativas combinações de TCA com CO2, TCA com solução de Jessner, TCA com ácido glicólico ou somente o TCA e resorcina. O peeling profundo tem ação na derme reticular. São utilizados como componentes ativos o TCA a 50% e o fenol (solução de Baker-Gordon). É indicado para os casos de lesões epidérmicas, manchas, cicatrizes, discromias actínicas, rugas moderadas, queratoses.

Alguns tipos de peeling químicos:

Peeling de Ácido Retinóico
O peeling de ácido retinóico continua sendo uma das grandes armas no combate ao envelhecimento. O peeling ácido retinóico promove uma descamação superficial e constante da pele, renovando-a e favorecendo a formação de colágeno, levando a uma significativa melhora na aparência da pele.

Peeling Ácido Salicílico
O peeling ácido salicílico é indicado para clareamento da pele, atenuação de rugas e tratamento de comedões. A descamação se inicia entre o 4º e 5º dias, prolongando-se por cerca de 10 dias, com eritema e edema mínimos, podendo ser repetidos entre 2 a 4 semanas.



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